Duas leituras de Jane Austen

Sempre que lemos qualquer livro é uma leitura única. E se por acaso ou por gosto relermos o mesmo livro, será outra leitura novamente.

Deixo com vocês duas leituras particulares.

A primeira, de Rebeca (Desanuviando) que está lendo A Abadia de Northanger, na tradução de Lêdo Ivo, para a discussão no grupo Chá com Jane Austen. Rebeca confessa que Catherine Morland não lhe agradou mas, e sempre há um mas… Pois bem, descubram em seu blogue:  “Digníssima, sempre“.

A segunda, a forma bem-humorada que a Bárbara do Biscoito & Bolo enfrenta a leitura de Mansfield Park que é  bem diferente dos outros livros de Jane Austen. Leiam esta peça: “Só uma peça de teatro, aham“.

Duas meninas lendo, Renoir
Iamgem: Los Angeles Museum

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Mansfield Park 1958

O exemplar que comprei de Mansfield Park de 1958 é uma segunda edição da Livraria José Olympio Editôra e tradução de Rachel de Queiróz. Está bem estropiadinha, acidificada e sujinha e, pasmem, nunca foi lida por ninguém – ainda estava com as folhas sem corte como os livros eram feitos antigamente. Ficará um mimo assim que eu conseguir retomar meus trabalhos de restauração, me aguardem.

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Descobri nas capas e páginas de propagandas informações preciosas como a tradução de Sense and Sensibility por Dinah Silveira de Queiroz com o título de Razão e sentimento, igual ao de Ivo Barroso e que na mesma época a tradução de Orgulho e preconceito de Lúcio Cardoso já estava na quarta edição!

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