Miss Austen de Gill Hornby

O romance Miss Austen de Gill Hornby é inspirado na queima das cartas de Jane Austen pela irmã Cassandra e tem uma das capas mais bela que já vi. O protótipo da capa foi todo bordado à mão, letras e ilustrações, e vocês podem ver neste vídeo da Cornerstone Publishing.

Lendo a sinopse do livro (abaixo) chego a conclusão que será quase uma biografia sob a perspectiva de Cassandra Austen.

1840: vinte e três anos após a morte de sua famosa irmã Jane, Cassandra Austen retorna à vila de Kintbury e à casa dos amigos de sua família, os Fowles.

Ela sabe que, em algum canto empoeirado do vasto vicariato, há de cartas de família escondidas que guardam segredos e ela está desesperada para que não sejam revelados.

Quando Cassandra relembra sua juventude e seu relacionamento com sua brilhante e complexa irmã, ela reúne verdades enterradas sobre a história de Jane e a sua. Ela enfrenta uma escolha difícil: deve agir para proteger a reputação de Jane? Ou deixar o conteúdo das cartas desprotegido para ficar para a posteridade…

O livro publicado pela Penguin Century está à venda na Amazon UK, onde há vários elogios de grandes jornais e personalidades do mundo literário.

E para completar as notícias sobre Miss Austen, a Baby Cow Productions está planejando levar para a para a televisão o livro de Gill Hornby.

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Colin Firth o verdadeiro Mr. Darcy?

Será Colin Firth o verdadeiro Mr. Darcy? Esta pergunta é recorrente nas redes sociais, não só em comparação com outros atores que atuaram no mesmo papel em outras versões de Orgulho e preconceito, mas se estende também para fora das telas.

Não resta a menor dúvida que a atuação de Colin Firth como Mr. Darcy foi excelente e que sua carreira continua com grandes sucessos, mas creio que há esse componente particular na visão seus admiradores: seu comportamento público que destaca-se em questões de cavalheirismo.

É sobre essa postura que conto aqui, de forma resumida, a história da jornalista Hadley Freeman do The Guardian e que cobre festas do Oscar o mais conhecido evento do mundo do cinema.

A jornalistas foi a uma festa da Vanity Fair e encontrou lá, como sempre, atores, diretores e muitas outras pessoas da área. Dentre essas pessoas havia um diretor que ela conhecia e chama de DD (dorky director ou diretor idiota).  Como o conhecia disse oi para a dita criatura, que  teve um ataque de pelanca colocou o dedo no nariz dela e disse “Sem imprensa!”. Todos os que estavam ao redor ficaram olhando admirados e ela ficou em choque.

Aqui começa o segundo ato, que ela intitulou de “The dashing prince” ou o príncipe arrojado, que transcrevo completo:

“Mas Colin Firth estava por perto, ouviu o que aconteceu e – apesar de claramente nunca ter ouvido meu nome antes – disse: – Hadley Freeman? Eu sou tão seu fã! Posso falar com você? ”Sim, isso realmente aconteceu. DD parecia que alguém havia lhe dado um soco na cara. Eu era Lizzie Bennet no final de Orgulho e preconceito, Bridget Jones no final do Diário de Bridget Jones. Rolando créditos finais!”

O artigo traz outras histórias sobre comportamentos de diretores e atores em festas do Oscar que vocês podem ler o original neste link: Banned, snubbed, and saved by Colin Firth – my life in Oscars parties.

A foto é a mesma do artigo do The Guardian e não dá para saber quem é a mão, feminina, que Colin Firth segura, mas podemos perceber gentileza no gesto.

Afinal Colin Firth é o verdadeiro Mr. Darcy, ou não?!

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