Os planos de Marianne Dashwood

Os planos de Marianne Dashwood para estudar durante sua convalescença pós-Willoughby são ótimos.  Resta saber se são exequíveis …

I have formed my plan, and am determined to enter on a course of serious study. Our own library is too well known to me, to be resorted to for any thing beyond mere amusement. But there are many works well worth reading at the Park; and there are others of more modern production which I know I can borrow of Colonel Brandon. By reading only six hours a-day, I shall gain in the course of a twelve-month a great deal of instruction which I now feel myself to want.”

Tenho feito planos, e estou decidida a dedicar-me seriamente aos estudos. Já conheço suficientemente nossa biblioteca para saber que ali só há leituras de passatempo. Mas em Barton Park há muitos livros que vale a pena ler, e sei que há outros mais recentes, que poderei obter emprestados do coronel Brandon. Lendo apenas seis horas por dia, ganharei no espaço de um ano, boa parte da instrução que sei faltar-me agora. (trad. Ivo Barroso)

Eu também tenho planos para este ano de 2019 e tentarei o método de Marianne, vamos ver se de fato consigo me concentrar seis horas diárias.

Viajo esta semana e só retorno em fevereiro. Se surgir alguma novidade nesse meio tempo, publico aqui no blog. Até!

Os planos de Marianne Dashwood

IMAGEM: Marianne Dashwood por Helen Sewell, edição The Heritage Press, 1957 de Sense and Sensibility

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Livros que Jane Austen leu – Parte 5

Livros que Jane Austen leu Parte – 5
por Mell Siciliano

Vamos para a última parte sobre os livros que Jane leu?

Carta 97 – Barrett, Eaton Stannard. The Heroine, or Adventures of Cherubina, 1813. Esse livro parece ser bem engraçado. O clima dele é totalmente o de Northanger Abbey. Ele conta a história da filha de um fazendeiro, a jovem Cherry Wilkinson, uma leitora voraz de novelas góticas. A protagonista, assim como Catherine Morland, interpreta suas descobertas de uma maneira errada, confundindo sua vida real com a trama de um livro. Saiba mais sobre o livro aqui (em inglês). Acesse o livro aqui.

Carta 97 – Combe, William. The Tour of Dr. Syntax in Search of the Picturesque, 1812. A obra, composta de três livros, eram poemas satíricos, inspirados no artista William Gilpin, que pelo que entendi, viajava pela Inglaterra se dedicando ao estudo de paisagens pitorescas. Saiba mais sobre o livro aqui (em inglês).

Carta 126 – Scott, Walter. Paul’s letters to his kinsfolk, 1815. Esta obra era composta por um série de cartas imaginárias escritas por Walter Scott contando sobre sua viagem para Waterloo. Como Scott foi um dos primeiros britânicos a visitar o campo de batalha de Waterloo, ele esperava ganhar dinheiro com seus relatos e recu p perar o dinheiro investido na viagem. Saiba mais sobre o livro aqui e aqui (em inglês).

Carta 98 – Byron, George Gordon. The Corsair, 1814. Este livro de Lord Byron fez muito sucesso na época. A obra é composta por poemas divididos em cantos, que contam a história do Corsário Conrado. Conrado foi rejeitado na sua juventude pela sociedade devido a suas ações. Saiba mais sobre o livro aqui (em inglês). Acesse o livro aqui.

Carta 104 – Genlis, Stéphanie Félicité. Le voeux temeraires ou l’enthousiasme, 1799. Não achei a mínima informação sobre esse livro. O título, em português, significa: Os votos imprudentes, ou o entusiamo.

Carta 108 – West, Jane. Alicia de Lacy, an Historical Romance, 1814. Esse livro conta a história real de Alicia de Lacy e também sobre seu casamento com o Conde de Lancaster. Uma trama que envolvia sequestro e adultério. Saiba mais sobre o livro aqui (em inglês). Saiba mais sobre a história de Alicia aqui (em inglês).

Carta 108 – Sherlock, Thomas. Several Discourses preached at the Temple Church, 1812. A obra é uma compilação de vários sermões do reverendo Thomas Sherlock.

Carta 124 – Scott, Walter. The Field of Waterloo, 1815. The Field of Waterloo é um poema sobre a batalha de Waterloo. Apesar de todo o esforço colocado no poema por Scott, ele foi mal recebido pelos críticos. Saiba mais sobre o livro aqui (em inglês).11

Carta 127 – Williams, Helen Maria. A narrative of the events which have lately taken place in Francefrom the landing of Napoleon Bonaparte on the 1st of March till the restoration of Louis XVIII, with an account of the present state of society and public opinion, 1815. A obra é um relato dos eventos franceses desde a chegada de Napoleão até o restauração do governo de Louis XVIII. A autora desta obra era uma mulher muito engajada no cenário político, sendo a favor do abolicionismo e simpatizante das ideias da revolução francesa. Saiba mais sobre a autora aqui (em inglês).

Carta 150 – Southey, Robert. Poet’s Pilgrimage to Waterloo, 1816. Este poema, publicado em 1816, é um relato da visita de Southey a Waterloo, misturado com um sonho-visão incentivando seus compatriotas a seguir o caminho da justiça. Saiba mais sobre o livro aqui (em inglês).

É isso gente. Espero que tenham gostado, apesar das descrições breves sobre cada livro. Ainda vai ter mais Jane Austen por aqui, ok?

Livros que Jane Austen leu 5

 

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