No dia de São Jerônimo, padroeiro dos tradutores, minha homenagem aos tradutores de Jane Austen que vivo recomendando aqui no blog.

Views: 137
No dia de São Jerônimo, padroeiro dos tradutores, minha homenagem aos tradutores de Jane Austen que vivo recomendando aqui no blog.

Views: 137
No início deste ano prometi escrever sobre as adaptações de Orgulho e preconceito e Razão e sensibilidade feitas por Paulo Mendes Campos e Lidia Cavalcante-Luther, respectivamente, e tentar sanar minha dúvida se os assuntos tratados pelos livros de Jane Austen seriam interessantes para as crianças, resumidos ou não.
Da minha leitura dos livros resumidos posso dizer que:
Aqui abro um parêntese. Traduzir, resumir e adaptar um livro para um público infantil, mantendo a história intacta, tenho certeza, é tarefa das mais árduas. Não é possível manter tudo. Ponto.
A questão não é sobre resumir ou não livros para crianças. Lembro de minha infância e da coleção O livro dos nossos filhos onde conheci Sigismundo e muitas outras histórias. Todas resumidas e não afetaram meu gosto pelos livros. Mais um aparte: eu só lia o que gostava, se algo me desagradava, parava e pronto.
A questão é, vale a pena resumir Jane Austen? Não creio.
Nos dias de hoje, com as adaptações de todas as obras de Jane Austen para o cinema e TV, é perfeitamente possível iniciar a leitura dos originais, pelo menos de Orgulho e preconceito e da Abadia de Northanger, as obras mais joviais, para a faixa etária que se destinam esses resumos. Além de possível pode ser muito divertido comparar livros e filmes.
Capa de Orgulho e preconceito, adaptação, Coleção Calouro.
Imagem: gentileza de Luciane Baldo
Views: 1062