Royal Crescent, fundos

É muito comum, acredito que em todo Brasil, casas com grandes terrenos nos quais foram construídas outras casas menores. Obviamente a numeração da rua continua uma só e a solução é endereçar para: Rua Tal, número tal, FUNDOS.

Quando li o último post de Tony Grant no Jane Austen Today, pensei na hora: “Royal Crescent, fundos…”. Antes de iniciar meu texto recomendo os posts de Tony sobre sua viagem à Bath: “Trip to Bath: Milsom Street”, “Did Jane Austen Visit Tenby?” e “A Tour Through Bath With Tony”.

Sempre tive curiosidade em saber como seria a parte dos fundos do conjunto The Circus e do Royal Crescent pois as fotos tiradas de grande distância, como o exemplo abaixo, não permitem ver detalhes.

E para minha supresa, Tony conta, no Jane Austen Today, que as casas do conjunto tem aos fundos diferentes por um motivo muito simples: o construtor fez e vendeu apenas a fachada e depois cada proprietário terminou os fundos de suas casas como bem lhes deu na telha! Deve ter sido algo muito interessante, e confuso.

A foto abaixo mostra perfeitamente as diferenças e mais um detalhe: as garagens. Não parecem com as nossas garagens improvisadas, puxadinhas para a calçada?

Parte dos fundos do prédio Royal Crescent em Bath
Imagem © Tony Grant (thanks for your kind permission)

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Capas dos livros de Jane Austen

Ainda não completei minha coleção da Wordsworth e estava na dúvida se comprava as capas diferentes também (Pride and Prejudice e Mansfield Park), quando encontrei estas novas capas.

E agora… Corto os pulsos com faquinha de plástico?

As capas são bonitas, embora algumas não remetam ao tema do romance. Mas elas tem uma qualidade que considero muito importante, unidade no estilo.

Vamos ver se vocês advinham qual a minha favorita e qual gostei menos. Conto na próxima Gazeta de Meryton quais são e os motivos.

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