FILMES & SÉRIES

Orgulho e preconceito – 1940

  • Pride and Prejudice | 1940 | USA
    Em preto e branco
    Direção de Robert Z. Leonard
    Adaptação de Aldous Huxley e Jane Murfin
    Prêmio: Oscar de melhor direção de arte (1941)
  • Elizabeth Bennet: Greer Garson
    Mr. Darcy: Laurence Olivier
  • IMDb

Greer Garson como Elizabeth Bennet Laurence Olivier como Mr. Darcy

As fotos do filme foram retiradas do meu exemplar de Pride and Prejudice da Pocket Books. A minha surpresa maior foi saber que Aldous Huxley fez a adaptação. Depois de assistir essa versão, farei outro post comentando o filme em si.

13 Comentários

  • Juliana

    Achei o roteiro fraco e confuso. O figurino é totalmente equivocado. Manga presunto no período Regência? Minha surpresa também foi grande ao saber da adaptação por Aldous Huxley, e mais ainda ao ver a versão final. Mas, enfim, fico feliz em poder ter mais uma adaptação desta obra grandiosa, em minha coleção.
    Parabéns pelo blog! Lugar aprazível para falarmos sobre Austen no Brasil.

  • Raquel

    Juliana
    obrigada e seja bem-vinda!
    Eu pretendo ver e rever os filmes com calma e mais adiante fazer posts sobre as adaptações, mas primeiro quero completar a lista básica.
    um abraço

  • Elaine

    Sou fã de Austen e esbarrei neste blog no Google. Adorei!
    De fato, este filme tem o roteiro bem diferente da história original, mas conta também com um dos meus atores preferidos para interpretar o Mr. Darcy – Sir Laurence Olivier.
    O figurino está equivocado, mas a história em si poderia ser ambientada em qualquer época do século XIX que continuaria crível. O fato é que o estúdio, por contenção de despesas, utilizou vários figurinos de “E o vento levou…” nesta produção.

  • Raquel

    Elaine, seja bem-vinda!
    Laurence Olivier, preciso ainda assistir Shakespeare com ele…
    Eu achei este filme divertidíssimo, inclusive Lady Catherine de Bourgh. Não sabia sobre o figurino…

  • Ana

    🙂 eh eh vi este filme há alguns anos logo a seguir ao «orgullho…..» da BBC, e realmente não tem comparação….parece uma adaptação yankee do sec xix. Curiosidade: sabiam que a Greer Garson fez o mais longo discurso de entrega dos Oscares da História??? foi por causa dela que os discursos se limitam a poucos minutos (2 salvo erro…..) ela discursou durante 5 mins e 30 segundos!!!!

  • Ana Karine

    Vc tem como fazer o up do filme. Estou louca para assistir, desde que li o livro. Se fizer isso pode me avisar pelo e-mail.
    Desde já agradeço

    • Raquel

      Olá, Ana Karine
      eu não sei o que você quer dizer com “fazer um up do filme” mas se for disponibilizar filmes no blogue, eu não faço.

  • Hernandez

    No próximo domingo, dia 30 de agosto, às 22:00 hs, esta versão de “Orgulho e Preconceito”, com sir Laurence Olivier e Green Garson, será exibida pelo canal pago TCM.

    A exibição faz parte da série “The Essentials”, que o canal vem exibindo todos os domingos no mesmo horário. Antes de cada filme, você deve passar pela tortura de assistir uma moça de idiotice próxima do inacreditável fazer comentários imparciais e ponderados como “O filme é maravilhoso!”, “A Lana Turner está maravilhosa!”, “Vincent Minelli dirigiu este filme de modo maravilhoso”, “Apesar do baixo orçamento, os cenários estão maravilhosos!” e por aí afora.

    E o seu par, que é apresentado como um insigne historiador e crítico de cinema faz comentários de uma inteligência digna da coluna social do “Expectator de Piraporinha do Sul”.

    Mas a tortura não dura mais do que cinco ou dez minutos e a coleção de filmes a serem exibidos na série é digna de atenção. Evidente que os tais “essenciais” excluem tudo que não seja de língua inglesa e especificamente hollywoodiano, mas tal comentário só revela o quanto EU sou provinciano, é claro…

    De qualquer modo, vale a pena dar uma paradinha no TCM no próximo domingo, nem que seja para constatar que a Juliana tem razão: o responsável pelo figurino nunca foi a uma aula de História (ou faltou logo na aula sobre a Regência…)!

    • Raquel

      Hernandez,
      raramente vejo TV e quando isso ocorre fico com um olhar esbugalhado e repito “não acredito, eu não acredito”.
      Permita-me discordar sobre o figurino. Não é que não soubessem sobre a época da Regência. O caso foi que o dinheiro era curto e aí baixou o espírito de Scarlett O’Hara e usaram os figurinos de O vento levou ou outro qualquer, não tenho certeza se foi o Vento!