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  • Pride and Prejudice | 1940 | USA
    Em preto e branco
    Direção de Robert Z. Leonard
    Adaptação de Aldous Huxley e Jane Murfin
    Prêmio: Oscar de melhor direção de arte (1941)
  • Elizabeth Bennet: Greer Garson
    Mr. Darcy: Laurence Olivier
  • IMDb

Greer Garson como Elizabeth Bennet Laurence Olivier como Mr. Darcy

As fotos acima do filme foram retiradas do meu exemplar de Pride and Prejudice da Pocket Books. A minha surpresa maior foi saber que Aldous Huxley fez a adaptação. Depois de assistir essa versão, farei outro post comentando o filme em si.

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11 comentários

  1. Achei o roteiro fraco e confuso. O figurino é totalmente equivocado. Manga presunto no período Regência? Minha surpresa também foi grande ao saber da adaptação por Aldous Huxley, e mais ainda ao ver a versão final. Mas, enfim, fico feliz em poder ter mais uma adaptação desta obra grandiosa, em minha coleção.
    Parabéns pelo blog! Lugar aprazível para falarmos sobre Austen no Brasil.

  2. Juliana
    obrigada e seja bem-vinda!
    Eu pretendo ver e rever os filmes com calma e mais adiante fazer posts sobre as adaptações, mas primeiro quero completar a lista básica.
    um abraço

  3. Sou fã de Austen e esbarrei neste blog no Google. Adorei!
    De fato, este filme tem o roteiro bem diferente da história original, mas conta também com um dos meus atores preferidos para interpretar o Mr. Darcy – Sir Laurence Olivier.
    O figurino está equivocado, mas a história em si poderia ser ambientada em qualquer época do século XIX que continuaria crível. O fato é que o estúdio, por contenção de despesas, utilizou vários figurinos de “E o vento levou…” nesta produção.

  4. Elaine, seja bem-vinda!
    Laurence Olivier, preciso ainda assistir Shakespeare com ele…
    Eu achei este filme divertidíssimo, inclusive Lady Catherine de Bourgh. Não sabia sobre o figurino…

  5. 🙂 eh eh vi este filme há alguns anos logo a seguir ao «orgullho…..» da BBC, e realmente não tem comparação….parece uma adaptação yankee do sec xix. Curiosidade: sabiam que a Greer Garson fez o mais longo discurso de entrega dos Oscares da História??? foi por causa dela que os discursos se limitam a poucos minutos (2 salvo erro…..) ela discursou durante 5 mins e 30 segundos!!!!

  6. Vc tem como fazer o up do filme. Estou louca para assistir, desde que li o livro. Se fizer isso pode me avisar pelo e-mail.
    Desde já agradeço

    1. Olá, Ana Karine
      eu não sei o que você quer dizer com “fazer um up do filme” mas se for disponibilizar filmes no blogue, eu não faço.

  7. No próximo domingo, dia 30 de agosto, às 22:00 hs, esta versão de “Orgulho e Preconceito”, com sir Laurence Olivier e Green Garson, será exibida pelo canal pago TCM.

    A exibição faz parte da série “The Essentials”, que o canal vem exibindo todos os domingos no mesmo horário. Antes de cada filme, você deve passar pela tortura de assistir uma moça de idiotice próxima do inacreditável fazer comentários imparciais e ponderados como “O filme é maravilhoso!”, “A Lana Turner está maravilhosa!”, “Vincent Minelli dirigiu este filme de modo maravilhoso”, “Apesar do baixo orçamento, os cenários estão maravilhosos!” e por aí afora.

    E o seu par, que é apresentado como um insigne historiador e crítico de cinema faz comentários de uma inteligência digna da coluna social do “Expectator de Piraporinha do Sul”.

    Mas a tortura não dura mais do que cinco ou dez minutos e a coleção de filmes a serem exibidos na série é digna de atenção. Evidente que os tais “essenciais” excluem tudo que não seja de língua inglesa e especificamente hollywoodiano, mas tal comentário só revela o quanto EU sou provinciano, é claro…

    De qualquer modo, vale a pena dar uma paradinha no TCM no próximo domingo, nem que seja para constatar que a Juliana tem razão: o responsável pelo figurino nunca foi a uma aula de História (ou faltou logo na aula sobre a Regência…)!

    1. Hernandez,
      raramente vejo TV e quando isso ocorre fico com um olhar esbugalhado e repito “não acredito, eu não acredito”.
      Permita-me discordar sobre o figurino. Não é que não soubessem sobre a época da Regência. O caso foi que o dinheiro era curto e aí baixou o espírito de Scarlett O’Hara e usaram os figurinos de O vento levou ou outro qualquer, não tenho certeza se foi o Vento!

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