O amor é difícil, Mr. Darcy. Muito difícil.

Os frequentadores mais assíduos do Jane Austen em Português sabem que o Mr. Darcy de Laurence Olivier é um dos meus preferidos e por esse motivo me comoveu esta carta de Olivier para sua esposa, ou melhor, ex-esposa na época, Vivien Leigh.

O casal era o queridinho dos noticiários e no final se separaram pois a vida foi ficando insuportável como podemos perceber por este pequeno bilhete, ou trecho de carta, que Olivier escreveu logo após a separação em 1960.

Creio que Jane Austen concordaria com o título do meu post. E vocês, concordam?

Oh, céus! Vivling como rezo para que você encontre felicidade e contentamento agora. ‎Rezo para que eu possa trazer para mim um pouco de sua infelicidade e devo dizer que parece funcionar afinal, pois sua infelicidade é um tormento para mim; e o pensar sobre isso um constante pesadelo. Talvez agora isto seja possível e possa gentilmente ser retirado e soprado suavemente para longe. Isto é tudo por agora… Seu L.

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“Oh God Vivling how I do pray that you will find happiness and contentment now. I pray that I may take off from you some of your unhappiness on to myself and I must say it seems to work from this end as your unhappiness is a torment to me; and the thought of it a constant nightmare. Perhaps now it may be allowed to gently lift off and blow softly away. That’s all for now…Your L.” — Laurence Olivier to Vivien Leigh in December 1960 just after their divorce
Da página Viv and Larry no Facebook 

Para os admiradores do casal recomendo o ótimo site: Viv and Larry.

Laurence Olivier e Vivien Leigh em That Hamilton Woman de de 1941
Imagem © Empire Magazine

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Orgulho e preconceito 1940, muitos anos depois.

Ontem, cansada e não conseguindo reescrever um parágrafo, fui dar a minha bandinha pelo eBay. Como sempre, encontrei algo interessante.

Desta vez foi a foto abaixo, com cinco irmãs Bennet de 1940. E me surpreendi com a data da foto: 1962. O que significa dizer que 22 anos depois do lançamento a MGM continuava fazendo propaganda do filme.

Aliás, faz sucesso até hoje, 72 anos depois!

E meu pensamento foi um só: “Jane, querida, se você aqui estivesse, viveria folgada só com os royalties de Orgulho e preconceito!

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