Emma Woodhouse e os órfãos

Ontem, quando lia os comentários sobre a disputa Jane Austen versus George Eliot no blog de Milton Ribeiro, conheci Nikelen Witter, grande admiradora de Jane Austen. Acabamos conversando e perguntei se por acaso já havia escrito algo sobre Jane e/ou seus livros. A resposta foi positiva e com a autorização de Nikelen transcrevo um trecho de seu artigo sobre os órfãos em Emma, tema que parece secundário mas é vital no destino dos personagens.

Revisitando Emma, acabei relembrando temas que já me são comuns na leitura da autora inglesa. Seu fiel retrato do cotidiano minúsculo dos homens e mulheres do interior. Seu bem elaborado mapa da complexa escala social em que vivia a gentry – pequena nobreza – na Inglaterra da virada do século XVIII para o XIX. Seu tom debochado sobre as pequenezas dos homens e mulheres daquele mundo, temperados com uma compaixão que nos faz amar seus personagens, mesmo quando os odiamos.
Porém, Emma é também um livro sobre órfãos.
Leiam o artigo completo no site Sul21: “O lugar das mães”.

As imagens são série da BBC de 2009, que mostra com clareza os pequenos órfãos.

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Orgulho e Preconceito 1 x 0 Middemarch

Por enquanto. Como diz o juiz Milton Ribeiro que se prepara para apitar a partida:

Mas equivoca-se quem pensar que elas [Jane e George] tinham pouco em comum. O jogo, apesar de reunir dois estilos muito pessoais e únicos, é duríssimo e estamos sem poder tranquilizar a massa torcedora do StudioClio sobre o resultado e sem poder gritar, como Galvão Bueno o faria, que Eliot ou Austen é o Brasil no Sport Club Literatura.

Corram até seu blog para ler o restante no post “Anotações (parciais) para Middlemarch x Orgulho e Preconceito”.

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