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LIVROS JANE AUSTEN,  Razão e sentimento Razão e sensibilidade

Sensibilidade e bom senso

Quando comprei este exemplar da tradução portuguesa de Sense and Sensibility, dei-me conta que talvez eu tenha escrito este título de forma aqui no Jane pois costumo dizer e também lia mentalmente como  Bom senso e sensibilidade, quando na verdade é Sensibilidade e bom senso*!

* trad. Maria Luísa Ferreira da Costa, Europa-América

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11 Comentários

  • Nina Vieira

    Eu tenho um exemplar de Sense and Sensibility sob o títlo que vejo que é o mais comum: Razão e Sensibilidade. Mas prefiro Sensibilidade e bom senso, que é quase ao pé da letra pelo título em inglês.

    • Raquel

      Nina,

      também prefiro, mas me parece mais lógico que a expressão “bom senso” fosse a primeira…

  • Karen

    O meu Mansfield Park é da Europa-América. O livro é muito belo, tendo em sua capa a ilustração de uma imponente mansão, em alusão a Mansfield Park, é claro, e capa dura (o que na minha opinião é uma grande vantagem, já que além de embelezar mais o livro, confere a ele uma maior resistêcia também, de modo que ele dificilmente entorta após a leitura). 😀

    Mas eu devo confessar que não gosto muito da tradução portuguesa – ou, pelo menos, não dessa da Europa-América -, pois nomes de personagens e, eu não, sei, mas parece que até as situações foram um pouco “aportuguesadas”… nas traduções brasileiras isso não acontece. Mas estou satisfeita com meu livro.

    • Raquel

      Karen,

      tenho curiosidade em ler essa versão portuguesa de Mansfield. Eles aportuguesam os nomes?

  • Leticia

    Que imbróglio, não? À primeira vista, numa (re)visão “dura”, pode parecer que bom senso é filho da sensibilidade, porque a capacidade de senso, de sentir, pode descambar tanto para o bom senso como para o mau senso (e mau senso existe, ô se existe!). Portanto, teoricamente há certa redundância nestes títulos.

    Mas as palavras vão sedimentando significados, e “senso” virou, nas línguas envolvidas, algo ligado ao cordato, ao discernido, à razão.

    Sensibilidade, por sua vez, nem sempre envolve raciocínio…

    Mas os tradutores portugueses devem ter lá suas razões, e podem até ter feito isso de propósito.

    • Raquel

      Leticia,

      essa discussão do bom senso, razão e outras traduções é muito interessante, mas neste caso particular o que me chamou a atenção foi o fato de inverter o que está escrito em inglês.

  • Ema Ribeiro

    Olá!!!
    Eu tenho essa versão do livro “Sensibilidade e Bom Senso” e cá em Portugal tem logica essa tradução, em vez de outras traduções. Também tenho a versão da Europa-América do livro “O Parque de Mansfield”, e concordo que a tradução está demasiado aportuguesada em relação aos nomes das personagens. Por ex. Henrique Crawford; Júlia; Sir Tomás; Edmundo… só para citar alguns.
    Este Natal foi muito “Austen”, para além de ter recebido o DVD da serie de “Orgulho e Preconceito” da BBC de 1995, o qual vi e revi já um montão de vezes, acabei de ler “Ema” (tradução em português, que por acaso até é o meu nome 🙂 ), também li “O Parque de Mansfield…
    Apesar de agora estar a trabalhar e não puder vir muitas vezes espreitar e ler as ultimas novidades no mundo de Jane Austen, tento sempre que posso dar cá um pulinho…
    Beijos..
    Ema Ribeiro

    • Raquel

      Ema,
      Pois eu fiquei muito feliz em comprar essa tradução portuguesa de Sense and Sensibility e agora só preciso de um tempinho pra iniciar a leitura. Quer dizer que Emma, na versão portuguesa fico Ema com um eme só?
      Que presente maravilhoso de Natal você ganhou!
      beijocas

  • Karen

    Oi, Raquel!
    Me desculpe pela tardia resposta… mas é verdade sim, alguns nomes foram aportuguesados! Pode parecer algo bobo, mas para mim isso é muito irritante! Afinal, se um escritor cria determinados nomes para seus personagens, por que modificá-los nas traduções?
    “Edmund”, por exemplo, transformou-se em “Edmundo”; “Thomas” em “Tomás”; “Mary Crawford”, em “Maria Crawford”; “Henry Crawford” em “Henrique Crawford”; e, eu não estou bem lembrada, mas o nome do irmão com quem Fanny melhor se dá é William, não? Pois é, o alteraram para “Guilherme”!!! Quer pior do que este? No caso, o nome foi totalmente modificado!
    Sem falar que eles chamam as senhoritas de “Meninas”, o que eu achei um pouco estranho…
    E há outras coisas diferentes também; por isso, a tradução portuguesa não me agradou.

    Beijos!

    • Raquel

      Karen,

      traduzir os nomes também foi uma prática usada no Brasil, não lembro a época. Concordo que dificulta bastante a leitura.