Fanny Price por Joan Hassal

As ilustrações da minha coleção Jane Austen da Folio Society, dos anos 1950/70, são as xilogravuras de Joan Hassal. O traço da artista é forte e escuro mas mesmo assim as imagens não perdem sua delicadeza.

A Fanny menina é apresentada uma única vez, na cena que Edmund a consola por estar longe da família e promete que providenciará papel, lápis e a postagem do correio de modo que ela possa cumprir a promessa de escrever para seu irmão mais velho, William. Foi impossível separar o dois personagens nesta imagem como fiz nas anteriores.

Fanny Price por Joan Hassal

A jovem Fanny sempre fazendo algum trabalho, mesmo na sala de repouso e, é claro lá está o indefectível pug!

Fanny Price por Joan Hassal

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Fanny Price, noiva de maio

Das três versões cinematográficas de Mansfield Park duas mostram o casamento de Fanny e Edmund: a minissérie de 1983 da qual consegui apenas uma captura de tela com o casal e a de 2007 com a foto de publicidade das filmagens.

Os casamentos na época de Jane Austen eram bastante simples. As noivas costumavam vestir seu melhor vestido, enfeitavam os cabelos com flores ou um boné e rumavam para igreja com seus parentes próximos para cerimônia ser oficiada após a leitura dos proclamas. O que se chamava de “melhor vestido” naquela época era normalmente de musselina branca, conforme o próprio Edmund Bertran disse uma vez para Fanny (cap. 23):

“A woman can never be too fine while she is all in white.

Uma mulher está sempre bem quando se veste toda de branco. (trad. Rachel de Queiroz – Global)

Uma mulher nunca pode estar excessivamente arrumada quando usa somente branco. (trad. Mariana Menezes Neumann – BestBolso)

Uma mulher nunca poderá se mostrar requintada demais quando estiver toda de branco. (trad. Rodrigo Breunig – L&PM)

Fanny Price, noiva 1983Fanny Price, noiva 1983

Fanny Price, noiva 2007

Fanny Price, noiva 2007

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