Edward Ferrars de minha imaginação

Confesso que Hugh Grant preencheu muito bem o que eu imaginava de Edward Ferrars, tímido, muito educado, uma certa tristeza mas também com uma dose de bom humor.

.
As versões mais antigas não me decepcionaram no quesito timidez.

O Edward de 1971, feito por Robin Ellis, era tímido mas alegrinho e lhe caiu muito bem a gagueira e a falta de coordenação motora que o colocava em situações embaraçosas e ao mesmo tempo despertava nossa simpatia por ele.

.
Bosco Hogan que fez o Edward de 1981 ficou triste demais, beirando a depressão profunda. A impressão que dava era que a qualquer momento ele sairia disparando de cena!

.

Dan Stevens é o Edward Ferrars da última versão de Razão e sensibilidade (2008). Antes que me batam já vou alertando, eu considero o Dan um ótimo ator. Isto posto declaro que ele não me pareceu muito o Edward Ferrars. Talvez seja seu sorriso e uma alegria que não dava para disfarçar, nem sei explicar… Não que sua atuação tenha sido ruim, não é isso. Só não é o Edward de minha imaginação. E para arrematar é muito bonito!  Não consigo ver Edward Ferrars bonito.

.
Agora deixo Edward Ferrars com a imaginação de vocês!

Views: 158

Jane Austen no Bibliotecário Doido

Ou mais precisamente, Jane Austen no Mad Librarian!

Eu sei, eu sei… Cá estou eu no eBay. Mas preciso compartilhar com vocês a beleza desta edição ilustrada de 1929 de Pride and Prejudice.

Quem publicou o livro foi o editor Peter Llewelyn Davies* que coincidentemente era casado com a ilustradora, Vera Willoughby, que fez as doze ilustrações para para este exemplar de Pride and Prejudice.

Sem alguém tiver 350 dinheiros só para começar o leilão…

.

Views: 94