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Orgulho e preconceito – 1958

  • Pride and Prejudice | 1958 | UK
    BBC em preto e branco
    Direção de Campbell Logan
    Adaptação de Cedric Wallis
  • Elizabeth Bennet: Jane Downs
    Mr. Darcy: Alan Badel
  • IMDb

Jane Downs e Alan Badel como Elizabeth Bennet e Mr. Darcy

Jane Downs e Alan Badel, como Elizabeth Bennet e Mr. Darcy, na versão de 1958 de Orgulho e preconceito.

5 Comentários

  • denise bottmann

    veja o darcy “real”:
    http://www.cinform.com.br/conteudo/?codigo=126200814173693670
    Retrato de amante de Jane Austen será leiloado em Londres
    A obra será leiloada a partir de hoje, 12 e prossegue até 18 de junho na Feira de Arte e Antigüidades de Grosvenor House, em Londres.

    Um pequeno retrato do amante da escritora britânica Jane Austen (1775-1817) será leiloado na próxima semana em Londres por cerca de US$ 100 mil, informou o jornal “The Guardian”. A aquarela foi pintada dois anos depois da relação amorosa entre Austen e o estudante de direito Tom Lefroy.

    Os jovens se conheceram em uma festa, dançaram juntos e se sentaram para conversar sobre o amor que sentiam por literatura e pelo escritor inglês Henry Fielding. Austen e Lefroy se apaixonaram, mas ela não tinha dinheiro e ele vinha de uma família pobre, circunstância que, segundo os especialistas, teria impedido a união.

    Suas vidas seguiram rumos distintos, e Lefroy se tornou um importante advogado e político, alcançando o posto de ministro da Justiça da Irlanda, enquanto Austen alcançou a fama como escritora de ficção.

    Segundo os especialistas, Lefroy teria servido de inspiração à autora para o personagem do galã Mr. Darcy em seu romance “Orgulho e Preconceito” (1813).

    O quadro, de sete por três centímetros, foi pintado sobre marfim por George Engleheart em 1798 e ainda conta com alguns fios de cabelo de Lefroy na parte da frente. Engleheart foi um dos principais miniaturistas da época e foi contratado como pintor de miniaturas pela corte do rei George 3º, em 1789.

  • Raquel

    Denise,
    obrigada. Vou anotar o site como referência. Eu já havia lido a respeito e pretendo fazer um post mais longo sobre esse assunto, mas só depois de ler as cartas de Jane.
    “As meninas” do AustenBlog fizeram um post concorridíssimo com mais de cinqüenta longos comentários, sobre o que elas chamam de Lefroygate! Ao que parece boa parte, tanto de fãs como estudiosos, não vê conexão ou semelhança em Tom Lefroy e Mr. Darcy.
    Mas uma coisa me incomoda: a tradução de lover por amante. “Amante de Jane Austen”. Posso estar enganada, mas “amante” da forma como usamos hoje no Brasil, pelo menos como relacionamento entre duas pessoas (não me refiro a “amante de música clássica”) tem outro sentido. Ainda mais se tratando de Jane Austen, não porque fosse intocável, mas porque não há indícios algum que tenha tido “casos”, como por exemplo a linda Emma (Lord Nelson). Eu não tenho certeza em inglês do sentido da palavra “lover”, mas às vezes me parece mais leve do que o nosso amante… Enfim, pode ser só implicância minha…

  • Larissa

    Vc tem razão quanto ao peso da palavra “amante”. Aqui, o peso é bem maior, quando ouvimos essa palavra, vêm à mente algo sexual e ilícito. Em inglês, pode ser totalmente inocente.
    Mas não xinguemos o pobre tradutor (hehe), pois é mesmo uma tradução difícil. Assim, de primeira, não me vem uma palavra ideal.
    Mas vc tem razão de sentir esse incômodo.

  • Raquel

    Larissa,
    não xingo o tradutor, mas certamente ele ou ela poderia ter mais cuidado. Mesmo não sendo uma palavra correta, namorado, seria ainda mais adequado do que amante.
    Seja bem-vinda ao Jane Austen em português!