Domingo no cinema: Mr. Darcy e Elizabeth Bennet

Versão de 1961, em holandês, de Orgulho e preconceito, com o título “De vier dochters Bennet” ou as quatro filhas Bennet (Kitty foi eliminada nessa versão).

A cena disponibilizada pelo canal é o primeiro pedido de casamento feito por Mr. Darcy.

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10 respostas para “Domingo no cinema: Mr. Darcy e Elizabeth Bennet”

  1. Adoro neerlandês!

  2. A personagem de Elisabeth Bennet é sempre representada por uma pessoa mais velha do que ela. Pessoalmente agrada-me imaginá-la como uma jovem excepcionalmente equilibrada mas frescura dos seus dezanove anos!

  3. ( mas com a frescura)

  4. Vicky, eu também a imagino bem jovem. Ao ler, imaginei uma mocinha de 18/19 anos bem atrevida.
    Tenho que ler novamente, mas acabo de comprar Razão e Sensibilidade… Por falar nisso, achei que Kate Winslet e Emma Thompson, estavam “velhas” para o papel. A série da BBC teve boas escolhas.
    Voltando ao O&P, não sei a idade de Jennifer Ehle na época, mas a achei “velha” pro papel. Já Keira Knightley e Gemma Arterton (de Lost in Austen), achei que foi uma boa escolha.

  5. Avatar de Raquel
    Raquel

    Na,

    sabes neerlandês!?

  6. Avatar de Raquel
    Raquel

    Vicky,

    desde que tenha uma boa atuação e os pares fiquem equilibrados não me incomodo muito com a idade.

  7. Avatar de Raquel
    Raquel

    Na,

    eu achei que a Kate Winslet e a Charity Wakefield se pareciam muito, no físico e na idade.
    Mas o Mr. Darcy desse vídeo, de fato parece bem mais jovem do que a Elizabeth. E não consegui tirar os olhos do casaqueto dele. Jésus!

  8. Nossa, nunca tinha ouvido falar dessa versão! E o título, “As Quatro Filhas Bennet”, é uma graça! Pobre Kitty…

  9. Avatar de Júnior
    Júnior

    Confesso que achei as atuações um pouco estranhas… rs

    Mas o que me deixou surpreso mesmo foi o fato de terem eliminado Kitty da versão e não Mary, que costuma ser a mais “esquecida” das adaptações, até porque ela também não tem muitas aparições no livro. 🙂

    1. Avatar de Raquel
      Raquel

      Júnior,

      não lembro qual adaptação, creio que de teatro, eliminaram a pobre Mary!