Sense and Sensibility | Musical

Ontem, o musical Sense and Sensibility teve sua noite de estréia em Denver. Sei que só passamos vontade quando encontramos anúncios de peças de teatro e musicais de Jane Austen mundo afora, mas não posso deixar de registrar.

ELENCO & PRODUTORES

  • Elinor Dashwood | Stephanie Rothenberg
  • Edward Ferrars | Nick Verina
  • Marianne Dashwood | Mary Michael Patterson
  • John Willoughby | Jeremiah James
  • Coronel Brandon |  Robert Petkoff
  • Texto: Jeffrey Haddow
  • Música: Neal Hampton
  • Direção: Marcia Milgrom Dodge

Mais fotos no Broadway World.

Musical Sense and Sensibility

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Sense and Sensibility com ilustrações de Helen Sewell

Mês passado, no  Jane Austen’s World, Vic Sanborn escreveu sobre seu exemplar de Pride and Prejudice ilustrado por Helen Sewell, uma edição de 1940 da Heritage Press.

Observando suas imagens percebi dois detalhes. O primeiro que as ilustrações, também de Helen do meu exemplar de Sense and Sensibility de 1957, talvez pelo decorrer dos anos, parecem um estilo mais moderno do que os de Pride and Prejudice. Para ler o texto de Vic e comparar as imagens vejam o post: “Pride and Prejudice Celebration: Helen Sewell’s illustrations“.

O segundo detalhe é sobre a imagem de Mrs. Bennet com os braços para levantados, provavelmente tendo uma de suas crises nervosas, que me remeteu a mais de uma imagem em Sense and Sensibility, como você poderão apreciar abaixo.

A primeira das imagens é a senhora Palmer rindo a sem o menor propósito de seu marido o senhor Palmer que tenta ler o jornal independente da estridência da esposa.

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Depois temos duas imagens de Marianne: a primeira ao fundo quando se desespera ao ser desprezada por Willoughby no baile em Londres e mais tarde quase de luto por esse infeliz acontecimento, no melhor estilo “meu mundo caiu”.

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E continuamos com Marianne, agora atirada na cama depois de ter recebido de volta toda sua correspondência amorosa pondo um fim a qualquer esperança que pudesse ter em relação ao sacripanta do Willoughby.

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Encerro com Fanny Dashwood levantado os braços enfurecida ao descobrir que a ardilosa Lucy Steel está namorando seu irmão, Edward Ferrars.
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Decididamente Helen Sewell gostava de representar mulheres exageradas, alegres, tristes ou furiosas, com os braços para cima.

Minha edição da Heritage Press de 1957 com ilustrações de Helen Sewell e prefácio de Stella Gibbons, autora do conhecido Cold Comfort Farm, está consercadíssima. posso dizer que foi um dos livros antigos em melhor estado que comprei.

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