Não é uma Jane Austen, mas…

Estou assistindo a minissérie Call The Midwife que recomendo para todos pois é uma delicadeza de história que se passa nos anos 50 e mostra o cotidiano do bairro East End em Londres e as dificuldades de seus moradores, principalmente das mulheres e suas inúmeras gravidezes. Nessa época ainda sem a pílula anticoncepcional que só começou a ser vendida em 1960, e com alto índice de nascimentos, as mulheres ainda utilizavam as parteiras e por esse motivo o título “chame a parteira” (call the midwife).

A série é baseada nos três livros de Jennifer Worth que foi parteira nessa época: Call the Midwife, Shadows of the Workhouse e Farewell to the East End. A série Call the Midwife, da BBC, está no Netflix Brasil.

Mas o motivo de fazer este post, além de gostar da série, é uma menção a Jane Austen. Numa conversa com o Dr. Turner, um viúvo apaixonado por uma freira, que reluta em deixar o hábito por amor, a parteira Trixie comenta que recebe cartas frequentes dela, apesar de não se poder comparar com Jane Austen.

Minha interpretação desta pequena fala é que a freira apesar de escrever muito nunca entrava em detalhes como Jane, que contava tudo e mais um pouco para a irmã Cassandra!

Call the Midwife

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Manfeels Park

Não, não escrevi errado o nome do romance de Jane Austen, Mansfield Park. O site Manfeels Park é o site de comics feito por Morag e Erin com textos adaptados com trocadilhos e baseados, pelo menos até agora, na minissérie de Orgulho e preconceito de 1995.

Escolhi apenas um quadro que achei divertido demais com Elizabeth Bennet com os seguintes dizeres:

Eu não preciso de feminismo porque ele me ama contra sua vontade, contra seu bom-senso e até mesmo contra seu caráter.

Manfeels Park

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