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Prometi um post sobre um texto de Lindsay Ashford, autora britânica de romances policiais e que está escrevendo um livro intitulado “The Mysterious Death of Miss Austen”. Mas ao saber que arsênico era usado comumente como remédio naquela época deu-me uma falta de inspiração terrível…

De qualquer forma vocês não ficarão sem saber a história pois o pessoal da L&PM escreveu contando os detalhes no post “Jane Austen envenenada por arsênico?”.

Vou ali tomar umas gotinhas de arsênico para ver se me inspiro e já volto!

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18 comentários

  1. Mesmo que a familia Austen não permita que desenterrem os ossos (se é que ainda existem), não acho que seria uma má ideia uma nova investigação.Mesmo que ela não faça com que Jane volte a vida,seria melhor ter certeza da causa da sua morte,do que ter meras especulações.

    1. Fernanda,

      não vejo motivo para desenterrarem Jane por mera curiosidade. Nunca houve a menor desconfiança de homicídio na morte dela. Isto é só para vender livro.

  2. Mas Raquel eu não me refiro a homicidio,rs, e sim de saber
    qual foi a verdadeira causa da morte da Jane, já que naquela época
    qualquer doença infecciosa poderia levar a morte de qualquer pessoa.

    1. Fernanda,

      eu só me interessaria se houvesse suspeita de homicídio, caso contrário não acho que valha a pena desenterrar uma pessoa só por curiosidade.

  3. Oi Raquel!!
    Eu estava vendo em um outro blog que a autora do livro informa que Jane foi morta devido a uma má prescrição médica e por ela ter licenciatura em criminologia, associou os sintomas que Jane descreveu na carta,aos sintomas que são
    apresentados por envenenamento por arsénico.
    Mas eu não acredito muito não, também acho que é só para vender o livro.

    1. Évila,

      todas essas informações estão no jornais. É claro que muita gente se contaminou com arsênico naquela época e talvez Jane tenha sido uma delas, o que me entediou mortalmente é que o assunto não está na verdade tentando discutir essa possibilidade e sim apenas chamando a atenção para o livro de ficção.

  4. Muito triste não ter mais títulos dessa maravilhosa escritora, independente do motivo!
    Poxa, me admiro sempre como algo tão antigo pode ser tão atual!

  5. Nem liguei os pontos, que ela estava mais preocupada em vender o livro, mas agora que vc comentou.. é verdade, que feio, usar um assuntos desses para chamar atenção das pessoas, hoje em dia vale tudo… será? Eu ainda valorizo o respeito e a decência… Peguei pesado? rsrsrsrsrsrsssss, eu sou meia a tendencia a exageros, esta dizendo meu marido ao meu lado, extremista partidadria de Marianne Dashwood!!! Intenso!

    1. Deise,

      Jane Austen inspira muita gente, incluindo minha pessoa. Mas há maneiras e maneiras de expressar isto, que pode ser em livros também. Mas creio que foi a forma como foi colocado que não me agradou.

  6. Puxa, não fazia ideia de que arsênico já foi algum dia usado como remédio. Acho que jamais teremos certeza da causa da morte de Jane Austen. Um mistério eterno.

    1. Júnior,

      é provável que nunca saibamos. Não creio que a família, agora já bem distante, de Jane Austen e mesmo as fãs concordariam com exumação.

  7. acho que não vai ser necessário desenterrar os restos mortais porque li em um jornal que o casal que comprou a mecha do cabelo dela testou para arsênico e deu positivo, agora se foi acidental ou intencional creio que nunca saberemos. As pessoas se tratavam das formas mais bizarras como sangrias e purgantes, arsênico foi até” light” porque não a matou de uma vez, Graças a Deus porque do contrario não haveria Persuasão, consegue imaginar isso Raquel?

  8. Acredito que tenha sido provável o envenenamento de Jane Austen por arsênico, embora não creia que isto tenha ocorrido intencionalmente. Muito do que a Medicina apregoava caiu por terra, como a prática da sangria, e, por isso, é mais do que compreensível que o arsênico fosse utilizado como componente de remédios.

    1. Karen,

      eu acredito que muita gente usava esses remédios com arsênico e dependendo da fragilidade de cada um, as pessoas iam adoecendo aos poucos.

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