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11 Comentários

  • Vera

    Se era para voltar, eu gostaria de ver a Bridget e o Mark enfrentando o dia a dia de casados, tanto fazia ser vinte anos depois como uns anos depois do último livro…
    Quando soube da morte do Darcy achei algo forçado e uma tentativa de dar história ao livro. Não gostei da ideia, ainda mais quando o livro volta tantos anos depois.
    A opinião da Juliana só confirma os piores receios que tive. Eu vou ler o livro, mas já vou esperando o pior 🙂

  • dalila angelica

    Amei a explicação….. pq amo os dois primeiros filmes… e pelo jeito vou detestar o terceiro livro/filme….
    bjs juliana….

  • Gisele

    Não gosto de criticar sem ter lido, então provavelmente acabarei lendo.
    Mas saber da morte dele realmente me desanimou. Acredito que se era pra escrever um terceiro que fosse sobre o relacionamento dos dois após o casamento, o que vamos concordar dá pra desenrolar muita coisa. Se era pra matá-lo, acho que era melhor ter parado no segundo mesmo, estava bom demais.

  • Laís Souza

    Quando descobri que o Mark Darcy não retornaria neste novo livro, fiquei chocada. Afinal, ele É o grande par romântico da Bridget e não dá para simplesmente “tirá-lo” da história em pleno terceiro (e talvez último) volume da série. Só resolvi dar o benefício da dúvida por que percebi que a autora quis fugir da mesmice e entregar um livro com uma perspectiva mais madura das coisas. Ela bem que tentou, mas não conseguiu.
    Mesmo tendo uma premissa boa, achei o livro cansativo. O Roxster é um personagem enfadonho e eu tinha vontade de pular todas as falas dele. As histórias secundárias não me prenderam e o Darcy deixou um buraco imenso na trama. Veja bem, o Mark é muito forte na série. Mesmo morrendo, ele não tem como ser deixado de lado como se fosse só um coadjuvante. Isso me incomodou demais em “Louca pelo Garoto”. Não há um flashback sequer dele e nenhum diálogo do personagem é reproduzido na história. Já que a narrativa é um diário escrito pela Bridget, a autora podia ter colocado alguns fragmentos da vida dos dois ou até mesmo a noite que antecedeu a sua fatídica viagem (ele morre em um acidente no exterior). Não tem N-A-D-A. Apenas um capítulo tratando rapidamente da sua morte e alguns parágrafos em que a Bridget diz “sinto falta disso ou daquilo”. A memória dele poderia ser muito melhor explorada, já que os fãs sempre foram apegados ao casal. Para quem queria detalhes de como era o casamento dos dois, aviso que vai ficar só na curiosidade mesmo. Tudo é mencionado de uma forma muito genérica e um personagem tão importante na série merecia muito mais.
    Outra coisa chata é a cabeça da Bridget que, em muitos sentidos, parecia a mesma do primeiro livro. Vale lembrar que estamos falando de uma mulher que viveu um excelente casamento e hoje é mãe de dois filhos aos cinquenta anos. É sério que ela ainda não aprendeu o que vale a pena em uma relação? É sério que ela está toda preocupadinha com a sua popularidade no twitter? Não esperava uma Bridget perfeita, mas ninguém com tanta vivência de tantas coisas permanece com a mesma cabeça de vinte anos atrás. Fiquei com a impressão que a Helen quis segurar o humor e deixou a Bridget toda caricata, de um jeito que não combinou com o momento vivido pela personagem.
    Por fim, até agora não entendi a viuvez da Bridget Jones. O fato não contribuiu em nada na história. O livro não ficou mais maduro, porque é a mesma personagem, com os mesmos pensamentos e passando pelas exatas situações dos anteriores. Não ficou original nem diferente porque repete toda a fórmula do primeiro livro. Roxster e o Professor Wallaker compõem o mesmo triângulo que existia com Daniel e Darcy.A diferença é que a Bridget não tem a mesma liga com nenhum dos dois nessa terceira história. É a repetição da trama com uma protagonista vinte anos mais velha, com dois filhos e sem aquele mocinho que arranque REALMENTE um sorriso bobo ao longo da leitura. Me decepcionei porque achei mais do mesmo. E se era para ser assim, o Darcy poderia ter sobrevivido perfeitamente. Como disseram nos comentários, cinquenta anos, dois filhos e o desafio de sustentar um casamento na sociedade atual com um homem tão desejado como o Darcy renderia muita história. Esse tiro no pé foi desnecessário.

    • Raquel Sallaberry Brião

      Laís,

      está fazendo coro com as opiniões que li até o momento. Às vezes me pergunto qual a necessidade de estender uma história que fez sucesso, tanto em livros como filmes. Se o livro ou o filme foi pensando desde o início com várias partes tudo bem, mas resolver escrever mais ou fazer mais uma sequencia devido ao sucesso, na maioria das vezes não dá certo.

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