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Jane Austen perde a cabeça. Duas vezes.

E com toda razão! Vejam este dois casos.

Todo mundo erra, aqui e acolá, mas é inacreditável que as pessoas quando solicitadas a dar crédito e pedir permissão reajam dessa forma. Via Twitter de Jane Odiwe (de quem tenho um post pronto sobre seus blogs e livros para esta semana).

Vou resumir o caso de Mrs. Odiwe: Vic, do Jane Austen Today descobriu um vídeo muito bonitinho com Jennifer Ehle lendo (apenas a voz) um suposto diário de Elizabeth Bennet e achou que a imagem de fundo (pois não havia crédito algum) era de Jane Odiwe. Jane explica (imagem abaixo) que suas imagens tem copyright e que normalmente, quando solicitada, permite o uso. Quando conseguiu entrar em contato com quem fez o vídeo, a resposta foi: “Geralmente, este é o risco de se colocar coisas na internet.”

Unbelievable, indeed!

E o caso de Lyme Regis, via Twitter @ChawtonHouse

HER heroines might have been impulsive but as an author Jane Austen never lost her head – until now.
A stone bust of the prolific author was once the centrepiece of the Jane Austen Garden on Lyme’s seafront – but has now mysteriously gone missing.

As heroínas DELA podem ter sido impulsivas mas como autor Jane Austen nunca perdeu sua cabeça – até agora.
Um busto de pedra da autora que era a peça central do Jane Austen Garden on Lyme’s em frente do mar, desapareceu misteriosamente.

| Texto completo (inglês) no Bradport News |

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4 Comentários

  • Leticia

    Mas que cara de pau! A pessoa acredita firmemente (a seu favor, veja bem!) que a abertura de certo assunto a discussão é a chancela ideal para inaugurar a festa do caqui e passar por cima de qualquer lei ou sentido ético.

    É o império do “roubei porque não vi nada demais em fazer isso”.

    • Raquel

      Leticia,

      até acredito que muitos não fazem de má fé, mas esses normalmente é só falar que tudo bem, retiram, se desculpam etc.

      mas tem uns que vou te contar… acho que é vocação mesmo!

  • Leticia

    Muitos o fazem sem se dar conta, mas procedem honestamente quando orientados.

    Mas há os que ostentam a mais deslavada cara de pau. São mil argumentos, mil explicações que, cá pra nós, se igualam à de uma criança.