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MISCELÂNEA

Gazeta de Meryton, 17 de julho de 2011

EDITORIAL

A Gazeta acabou atrasando por motivo banal: a editora estava (está) morta de cansaço. Mas este final de semana é de festa com o lançamento de Persuasão da editora L&PM e não poderia faltar uma edição especial!

Arrisco afirmar que esta foi a tradução mais esperada de Jane Austen no Brasil.

Só para relembrar como tudo começou:

Para quem não conseguiu ler sobre o lançamento de Persuasão durante a semana:

SORTEIO

O resultado do sorteio d’O morro dos ventos uivantes (L&PM, trad. Guilherme da Silva Braga) está no post abaixo.

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8 Comentários

  • Carolina

    Finalmente! Essa semana eu dou um jeito de adquirir o meu. Você tem razão, foi a tradução mais esperada mesmo! 🙂

  • tania

    E pensar que já na semana passada já estava indo todo santo dia na livraria…até que um atento funcionario da mesma me garantiu que os lançamentos aparecem tão e somenta nas quintas-feiras…é dose quando não se tem nada (que realmente valha a pena)pra ler.Ansiedade.Já sei até onde vou ler as primeiras paginas…

  • Raquel

    Carolina,

    quando comecei o blog lembro de procurar muito Persuasão, Mansfield e Northanger. Ganhei Mansfield de minha querida amiga Leticia e Northanger achei em seguinda, mas Persuasão deu trabalho! E era o livro que todos pareciam querer.

    Bem cá está, numa tradução e editora, ambas corretas.

  • Júnior

    Que bom que a “Gazeta de Meryton” está voltando a ser regular! Gosto demais!

    • Raquel

      Júnior,

      manterei na medida do possível. Você e a Denise, são fãs da Gazeta!

  • Aline

    Isso demonstra que Austenmaíacos unidos conseguem muita coisa, ainda mais quando representados por alguém que conduz as pesquisas e o assunto como ninguém… em breve buscarei o meu exemplar, infelizmente ainda não tive tempo, não vejo a hora de colocar as mãos no livro e sentir o cheirinho que ele traz…

    • Raquel

      Aline,

      fazendo um pedido educado, e não abaixo-assinados que são uma imposição, o máximo que teremos é um não bem-educado, não é mesmo?

      E neste caso foi um sim-maravilhoso!