Amor, inocência e pouco substantivo

O filme Becoming Jane ou Amor e inocência que foi apresentado ontem na TV a cabo. Minha opinião sobre o filme, como já mencionei anteriormente continua a mesma:

[…] Becoming Jane tem paisagens e atores lindos, mas o mote central do filme, um suposto romance entre Jane e Thomas Langlois Lefroy, perdeu-se como biografia e ficou confuso como ficção.

A partir daqui falarei sobre o filme em detalhes. Se você ainda não assistiu e não quiser saber parte do enredo, pare aqui. Caso contrário

Explico.

Perdeu-se como biografia, não pelo suposto romance com Tom Lefroy mas pelo exagero com a tal fuga e outros pequenos detalhes foram apresentados e também pelo peso dos personagens fictícios como Lady Gresham, Mr. Wisley e Mr. Warren. Em quase todas as adaptações cinematográficas há personagens fictícios para preencher os vazios da realidade que não se sabe, mas deixa de ser biografia quando esses mesmos personagens passam a ter importância capital no enredo do filme. Restou uma ficção um pouco confusa, já que não é uma coisa nem outra. Ao final do filme fiquei com duas sensações.

  • Poderia ter sido um ótimo filme, se…
    – tivessem de fato feito uma biografia
    – tivessem escolhido uma boa atriz para representar Jane. Anne Hathaway é só bonita, nada mais.
  • Mas gostei de algumas coisas, como…
    – rever os ótimos Maggie Smith, Laurence Fox e Leo Bill
    – conhecer as atrizes Anna Maxwell Martin e Lucy Cohu, nos papéis de Cassandra e Eliza De Feuillide, respectivamente
    – dois pequenos diálogos:

Lady Gresham: Monsieur le Comte is not here to pay his respects?
O senhor Conde não veio prestar seus respeitos (cumprimentos)?

Eliza De Feuillide: A prior engagement, ma’am… Monsieur le Comte was obliged to pay his respects to Madame le Guillotine.
Um compromisso anterior, Madame… O senhor Conde viu-se obrigado a prestar seus respeitos a Madame Guilhotina.

Lady Gresham: What is she doing?
O que ela está fazendo?
Mrs. Austen: Writing.
Escrevendo.

Lady Gresham: Can anything be done about it?
E não há nada que se possa fazer a respeito?

Termino por aqui com o final feliz – e verdadeiro – do casamento de Henry Austen e Eliza Hancock, née Comtesse De Feuillide, que pelo que se sabe não foi muito do gosto da família. Mas essa é outra história que estou preparando para contar mais adiante.

62 comentários sobre “Amor, inocência e pouco substantivo

  1. Luciana disse:

    Eu gostei batante do filme, mas como uma história completamente fictícia. JA não tem nada a ver com a história. Como filme é legal, mas como biografia da Jane Austen não dá.

  2. Raquel disse:

    Pois é Luciana, acho que o que mais me incomoda no filme é tentar se passar por uma biografia de Jane….

  3. cacá disse:

    Raquel,
    Assisti o Becoming Jane e gostei do filme, mas bem como foi dito acima, apenas pela ficção, pois também acho que nada tem a ver com o que JA viveu.
    O bom é o figurino, a fotografia e trilha sonora que como todo filme inglês e de época, sempre encantam.
    Na maioria das cenas nos deparamos com os personagens da escritora, principalmente os personagens da obra O&P. É visível a correspondência. Apesar de eu ter gostado disso, achei um pouco forçado.

    Mas é como eu sempre digo, cinema é para encantar platéias, independendte da veracidade do enredo e Becoming Jane veio para esse fim.

  4. Raquel disse:

    Cacá
    parece, até agora, que todos concordam no ponto biografia, ou melhor, não-biografia!

  5. Elaine disse:

    Raquel, o filme não pretende ser uma verdadeira biografia de Jane Austen. Isso foi até bastante divulgado na época do lançamento; o próprio diretor chegou a falar que era uma ficção inspirada na vida de Jane Austen. Achei o filme bonito, a única coisa que não gostei muito foi da escolha da atriz, principalmente da voz e do sotaque (que ela apenas tentou fazer, mas sem muito sucesso).

    Beijos.

  6. Raquel disse:

    Elaine
    para uma ficção, na minha opinião, há fatos demais.
    Enfim, acho que esse pessoal que faz filmes sobre Jane Austen morrem de medo da Janeites e vão logo se desculpando, pois nestes tempos de internet elas são rápidas no gatilho!
    beijos!

  7. Paula disse:

    Raquel, eu concordo com a tua opinião sobre o filme. Vim te dar uma boa notícia: a mesma atriz que faz a Cassandra é quem faz a Esther Summerson, personagem principal do meu livro preferido do Dickens, Bleak House. E adivinha… eu tenho pra gente assistir. 🙂

  8. Raquel disse:

    Paula

    E a mesma atriz que fez Bessy Higgins em North and South (Elizabeth Gaskell, que preciso ler urgente antes de morrer de vontade!)
    Bleak House, outro na lista! Acho que farei uma daquelas vistas de antigamente, passarei uma semana na tua casa!
    um abraço

  9. Tati disse:

    gente, vocês poderiam me dizer como eu posso ver esse filme?
    na tv a cabo , alugando ou comprando? no youtube?
    muito obrigada!

  10. Raquel disse:

    Tati,
    bem-vinda seja bem-vinda ao Jane Austen em português. Amor e inocência está passando na HBO, só não sei até quando.

  11. Tati disse:

    brigada, Raquel!
    Já vi a programação! Vai passar amanhã as 22:55 na HBO.
    To ansiosa!

  12. Lília disse:

    Pra variar…..

    Não encontro esse filme por aqui…. e quem não tem tv a cabo… não tem o que falar…. kkkkkkkkkkkkkkk
    Vou esperar a sorte de assistir algum dia….

    Beijos Austenianos!!!!

    Lília 🙂

  13. Lília disse:

    Outra coisa: sobre este diálogo que você transcreveu Raquel….. Meu Deus, como a mulher não era absolutamente ‘nada’ na sociedade…. O simples fato de escrever suscitava um comentário desses: ‘E não há nada que se possa fazer a respeito?’…. por isso, dizem que as mães, no fundo, torciam para que ao nascerem, fossem meninos os bebês esperados, pois caso contrário, o destino sofrível aguardava a probre figura do sexo feminino!

    Lília 🙂

  14. Raquel disse:

    Lília
    eu acredito que esse filme é mais comercial e talvez passe na TV aberta.
    Quanto ao comentário da personagem, era menos o preconceito da época sobre escrever e mais a autoritarismo à moda Lady Catherine De Bourgh!

  15. Barbara disse:

    Como foi dito na epoca de lançamento do livro ele não é exatamente um biografia da vida De Jane Austen e sim um similar de como pode ter sido a vida dela
    Eu adorei o filme e a escolha da atriz também ficou muito melhor que os outros em que o amor das personagens é aquela coisa forçada como se nunca tivessem visto um homem na vida.

  16. Larissa disse:

    Queridas amantes de Jane…quanto ao filme, sinceramente achei ele maravilho, atores perfeitos tanto quem faz Jane quanto quem representa Tom ( James McAvoy), que por sinal esteve perfeito.
    Acredito que a historia de Jane, segundo leituras minhas, foram aquilo mesmo que o filme mostrou…
    Bom isso é tudo..abraço a todos…

  17. Yuri disse:

    Espero em breve ver o filme, porque hoje fui á locadora e estavam todos reservados!

  18. Rebeca disse:

    Raquel, não achei que pudesse existir uma super fã de Jane Austen como eu, mas estava enganada! Adorei encontrar esse blog! Achei sem querer, estava lendo sobre o filme Amor e Incência e vi seus comentários sobre o filme! Fiquei super animada, pois há tempos procurava um lugar onde pudesse tirar algumas dúvidas sobre filmes e livros da autora! Voê está de parabéns pelo blog! Até mais!!

  19. Barbara disse:

    Obrigada
    Onde eu acho os livros da Jane em portugues pra ler porque os filmes eu ja vi todos mais nao acho os livros em portugues so acho em ingles?

  20. Barbara disse:

    Amor e enocencia ja ta passando na Hbo?
    Mais so saiu agora em Dvd eu sei porque eu tenho uma locadora e so chegou dia 16 de outubro aqui pra mim;

  21. Raquel disse:

    Barbara
    os livros em português de Jane Austen, estão listados nesta página e você os acha em qualquer livraria, exceto Mansfield Park e A Abadia de Northanger, que estão esgotados e mesmo em sebos são difíceis de achar.

  22. Marianah disse:

    Sou completamente apaixonada pelas obras da Jane Austen, e consegui influenciar todas as minhas amigas e colegas de trabalho! Chegamos até a fazer um clube de leitura, como no filme o Clube de Leitura de Jane Austen! E tb acho a história da vida dela um pouco triste! Ela merecia muito mais!!! Disso tudo só tenho pena do meu Namorado!!! Vivo querendo transformá-lo em um Mr. Darcy!!
    Queria te fazer uma pergunta!!! Tenho procurado por todos os lugares, mas sem sucesso… o seriado da BBC de londres, Orgulho e Preconceito, vc sabe onde eu poderia encontrar???
    Outra pergunta, todas as obras de Jane viraram filmes?? Eu tenho em casa na minha coleção: Emma, Orgulho e Preconceito, Razão e Sensibilidade e O clube de Leitura de Jane Austen. E tenho os Livros: Persuassão, Orgulho e Preconceito e Razão e Sensibilidade. Como faço para encontrar o restante em português, claro! Obrigada!! e beijos, Marianah Bellot

  23. Vanessa disse:

    No iníco eu me perguntava porq não escolheram uma atriz britânica pra fazer o papel da jane, sem ter q ficar forçando o sotaque. Mas depois de rever o filme, percebi que o sentimento entre os dois ficou bem natural e dava pra sentir a tristeza quando eles se separaram, e a alegria quando estavam juntos. Não ficou forçado. Acho que os dois trabalharam bem. Achei meio estranho a cena em q eles fogem, porque mesmo q algumas coisas fossem apenas ficção, achei exagero. Acho que poderiam ter feito o final de uma outra forma.

  24. Yuri disse:

    Finalmente assisti ao filme!
    Creio que não foi muito fiel a real vida de Jane Austin, mas demonstra um pouco da sua vida pacata.Gostei das associações dos personagens do filme com os personagens dos livros dela, e o motivo do porquê todas as sua personagens tem um final feliz.
    Jane Austin, creio eu, acreditava que o casamento deveria ser baseado no amor, mas que o dinheiro é essencial a vida também ( tanto que apesar de sua personagem , Elizabeth Bennet, ter recusado Mr Collins por não ama-lo, gostou e casou do Mr.Darcy por amor, mas ele era tambem convenientemente rico.).Esse detalhe creio que é mostrado no filme.

  25. maria luiza disse:

    Conheci Jane pelos filmes: comecei com razão e sensibilidade, orgulho e preconceito e emma… aí resolvi ler os livros! (depois vi o “palácio das ilusões” mas achei mto ruim, nem quis ler mansfield park)
    estou procurando o filme persuasão, mas nunca encontro… quero assistir antes de ler

    tinha vontade de ver as adaptações de todos pela bbc tb

    enfim, me apaixonei, tenho o “clube de leitura” e agora acabei de ver “becoming jane”, q é lindinho, apesar de triste

    gostei mto da anne (mto melhor q a keira pirata) e acho q combinou com o ator q fez o lefroy

    enfim, achei um pouco forçado a semelhança com os personagens de seus romances, mas ainda assim gostei

    só gostaria de saber mais sobre a vida da autora… por exemplo, existiu esse lefroy? a filha dele realmente se chamou jane? (isso foi tão fofo)

  26. Vanessa disse:

    Eu posso estar enganada, mas essa semelhança entre a vida dela e os personagens dos livros, principalmente Orgulho e Preconceito deve ter um razão. Como O&P foi o primeiro livro, acredito eu, teve uma maior influência do que acontecia com a sua vida. A necessidade de casar com um homem rico, que naquela época era a única maneira de uma mulher ter uma boa vida e a vontade de se casar por amor. Acho que por ser o primeiro livro acabou refletindo o que ela viveu na vida pessoal.

  27. Lília disse:

    …. E não é que eu comprei o dvd!!!! Finalmente encontrei 😉
    Pequenas considerações:
    Eu gostei da Anne como Jane Austen….
    O filme na minha visão foi ‘uma geral’ sobre a vida de Jane sem estar ligado a fatos totalmente verídicos….
    Gostei muito dos papéis da Condessa e do Henry (se o verdadeiro foi tão bonito quanto este ator que fez o papel…. já é outra coisa! :D)
    No geral, o filme foi um tanto pesado…. não sei, tem algo nele que ficou faltando… quando eu assistir novamente talvez eu possa ter uma idéia e dizer o que é….

    Beijos 🙂

  28. Priscilla B. Pereira disse:

    Olá pessoal,

    Também assisti ao filme e não me “convenceu”. Eu realmente não consegui visualizar a Jane do jeito que eles apresentaram, fora isso as paisagens e outros detalhes estavam legais.

    Abraços,
    Pri

  29. Priscilla B. Pereira disse:

    Oi Raquel,

    Seu blog eh muito legal! Jah li o livro Orgulho e Preconceito e no final de dezembro ganharei o livro Persuasao! Vou ganhar dos meus pais!

    Abracinhos

  30. João disse:

    Adorei este filme apesar de ser um pouco fantasioso, mas gostaria de saber qual o livro que a Jane lê no final do filme!

    Adorei este blog e amo Jane Austen

  31. Raquel disse:

    João,
    obrigada e seja bem-vindo ao Jane Austen em português! Eu não lembro qual o livro do final do filme…

  32. Karina disse:

    Olá Raquel!

    Parabéns pelo site! Achei belíssimo e aguçou ainda mais minha curiosidade de conhecer um pouco mais sobre esta autora. Acabei de assistir “becoming jane”, está passando no cinemax; achei o filme belíssimo, uma fotografia realmente preparada com muito cuidado e discordo do fato de acharem que a atriz q interpretou Jane não representou muito bem… achei-a intensa na atuação, da qual gostei muito… e o ator que interpretou Lefroy, realmente… indescritível! Muito bom! Uma coisa sobre o filme que me chamou atenção e que me fez assistí-lo novamente para observar detalhes foi o fato de Jane, uma mulher que no filme parecia querer ser tão independente, ter aceitado fugir com seu amado, arriscando até mesmo a perder aquilo que tanto amava, “a caneta”, como dizia sua mãe do filme, sendo que o tempo todo demonstrou ser uma mulher com sede de independência em relação ao matrimônio. Achei este fato curioso, uma vez que não teve muito correlação pelo que vinha sendo apresentado sobre Jane até então. Mesmo que depois ela tenha desistido do plano, só o fato de ela ter aceitado me estranhou muito. Andei lendo várias coisas aqui no seu site e achei, de certa forma, mais do que exagerado o filme, mas injusto com os expectadores colocarem personagens que nem sabemos ao certo a participação que tiveram na vida de Jane com tanto destaque no filme. Injusto porque meu primeiro contato com Jane foi neste filme e, lendo as coisas que você escreveu sobre ela e outros estudiosos tb, me senti enganada. Afinal, que importância teve realmente Lefroy na vida de Jane? O Lefroy do filme realmente foi o cara por quem Jane ficou apaixonada por toda vida? Aliás, ela teve um amor por toda vida? Achei esta aposta perigosa por parte do filme…

    Agradeço muito a Raquel pela existência deste site, e confesso que estou cada vez mais interessada em conhecer um pouco mais sobre esta autora que me pareceu ser realmente uma profunda conhecedora da alma feminina. Nunca sequer tinha ouvido falar sobre ela, e hoje, após ter assistido a um filme que nem sei o quanto há de verdade sobre Jane nele, me pego na internet pesquisando sobre Jane e apurando meu olhar sobre o que foi passado no filme e o que há de concreto falando sobre ela. Mesmo que o filme não seja verdadeiro, ainda acho que a grande mídia desperta a curosidade na gente a ponto de nos fazer descobrir verdades que podem desfavorecê-la. Por isso e por outros motivos, não consigo ver o filme enquanto ruim, pois me despertou para a busca por conhecer mais sobre esta mulher incrível que foi Jane Austen.

    Um beijo a todos, um otimo ano de 2009 para nós e, mais uma vez, infinitos agradecimentos a Raquel por nos disponibilizar um material tão rico quanto o contido neste site. Obrigado!
    Karina

  33. Raquel disse:

    Karina,
    muito obrigada e seja bem-vinda ao Jane Austen em português!
    Concordamos sobre o ator. Mesmo alegando ser uma “inspiração” ou “ficção” baseada na vida de Jane Austen, na minha opinião, principalmente para quem não conhece Jane, é só uma enganação e poderiam ter feito algo superb! Há sutilezas nas cartas delas que dariam um ótimo roteiro. Mas parece que o filme tem o mérito da descoberta de Jane por um público mais jovem e cheio de disposição para ler e isto é muito bom.
    Ótimo 2009 para você e sua família, Karina.

  34. vania disse:

    olá pessoal.. bem eu vi o filme ,na versão em portugues eu gostei muito .. o que achava que poderia mudar é o personagens que fez a voz do senhor lefroy,naum combino nada com seu tipo fisicamente,,,, so isso bjus t+++
    🙂

  35. marcella disse:

    eu assisti o filme, me interessei caso exista olivro dele traduzido pro portugues
    gostei do filme, mais fiquei morrendo de raiva do final, eu gostei sim da interpratação da Anne, acho ela até uma boa atriz, mais cada um tem a sua opinião.

    por acaso alguem sabe onde encontrar o livro, tem em portugues ?

    • Raquel disse:

      Marcella,
      seja bem-vinda ao Jane Austen em português!
      O filme é adaptado do livro Becoming Jane: The Wit and Wisdom of Jane Austen de Anne Newgarden, segundo consta na propaganda do mesmo, na Amazon. Eu não sei se o livro foi traduzido para o português. Acredito que não.

  36. CAROL disse:

    eu não conhecia a história de jane austen quando vi o filme achei que a história que ali foi mencionada era verdadeira se voc não tiveses postado alguns detalhes sobre o filme eu nem saberia que Lady Gresham, Mr. Wisley e Mr. Warren eram personagens fictícios.
    Muito obrigado

    • Raquel disse:

      Carol,
      em todo filme sempre há um tanto de ficção, mesmo se tratando de pessoas reais.

  37. lucia disse:

    Acho o filme ótimo, e apesar das críticas deve tomar-se conhecimento que o romance de Jane com Tom é verdadeiro, e que eles não ficaram juntos na realidade também; a paisagem e a trilha sonora são impecáveis; e a história não tem como objetivo ser uma “biografia-ficção” comercial, pois nesse caso, Jane e Tom terminariam juntos no filme. Averigue bem os fatos antes de criticá-los sem fundamento.

  38. lucia disse:

    Pode não ter havido Lady Gresham, Wisley ou Warren, mas são personagens que representam oportunidades de casamento recusadas por Jane, o que de fato, é uma situação verdadeira. Ou você realmente acredita que não houveram mais “pretendentes”, para Jane?

  39. Raquel disse:

    Lucia,

    Dois pontos:

    1) Gosto se discute. Não se impõe.

    2) Antes de considerar as críticas sem fundamento, faça – já que começamos, continuemos no imperativo – um curso de interpretação de texto e boa maneiras.

    A conversa se encerra aqui.

  40. lucia disse:

    Apenas opinei, Raquel. Em nenhum momento te xinguei e se te ofendi, me desculpe, pois não foi essa minha intenção. Acredito apenas que no filme há também o que elogiar, e não só criticar… não estou impondo meu gosto, estou discutindo-o; já você, está impondo o seu para os fãs da Jane Austen que lêem este site. E por favor, me diga onde foi que eu interpretei mal? (estou perguntando na boa, afinal eu também sou fã da Jane Austen… então não discordamos em tudo, não é mesmo?)

  41. Ângela Maria disse:

    Raquel, muito obrigada pelas suas explicações do filme!! Adorei saber a realidade dos fatos!!! Mas tenho que dizer que concordo um pouco com a Lucia…….. E acho que ao dizer:
    “Poderia ter sido um ótimo filme, se…”
    “Anne Hathaway é só bonita, nada mais.”
    vc impôs sua opinião, e não discutiu-a. Anne Hathaway já fez muitos filmes, e com certeza tentou fazer o melhor para incorporar a JANE; há quem diga que conseguiu, outros dizem que não, mas isso independe de gostar da JANE, isso é um gosto particular (o seu gosto) muito divergente e que não vem ao caso impor dessa maneira aos fãs da JANE AUSTEN; isto é, não é necessário odiar a ANNE para gostar da JANE.
    Tirando essas pequenas coisas e o fato de seu texto ser super-pessoal é muito bom conhecer mais sobre a JANE!! Obrigada por escrever e nos informar!!!

    • Raquel disse:

      Ângela Maria e Lucia,

      vamos lá!

      IP e cidade (do interior de São Paulo) iguais – só poderia, pois ficou conectada por 3 hs 46 min 45 seg, aguardando o comentário ser aprovado. Como não publiquei, resolveu comentar como outra pessoa… só esqueceu que não poderia dizer que concordava com algo que ainda não havia sido publicado: minha suposta imposição de opinião.

      — Não leu a primeira frase do meu post onde digo que é minha opinião. Que desaforo dar sua opinião, em seu próprio blog, hein?!
      — Não leu os comentários das outra leitoras, não pelo menos das que discordam de mim. Tampouco minhas respostas para tais comentários.
      — Não leu minhas indicações, nos comentários, sobre a série de posts sobre Tom Lefroy e Jane Austen. Pesquisar? que desperdício de tempo, Raquel…

      Resumo do OPERA, navegador que você usa:

      — Não adianta choramingar depois de acusar. Não me comove.
      — Não adianta tentar induzir meus leitores(as), (eles são muito inteligentes) fazendo joguinhos simplórios de palavras em maiúsculas para fazer parecer que ODEIO alguém.

      E agora como não poderão mais comentar aqui recomendo firmemente queixarem-se, não pro Bispo, coitado! que tem mais o que fazer nesta época de Natal, mas nos foruns e comunidades da vida para dizer como essa Raquel, que escreve sobre Jane Austen em Português, é uma mulher terrível! Uma bruxa, uma, uma… Ops, me empolguei!

      Até mais não ver,
      Raquel, a Opiniática

  42. Carolina Carvalho disse:

    Nossa, quando vi o link na página principal tive que vir aqui conferir! É sempre a mesma ladainha, gente disputando… engraçado vc falar de Raquel, “a terrível” pq na época de início do seu site, lembro-me de ter visto alguém falando “nos foruns e comunidades da vida” que vc estava “copiando” as ideias de seus posts!! Há! Não sei, mas acho que é dor de cotovelo pelo registro, afinal, um “janeausten.com.br” é muito mais imponente do que vários ‘blogs’ que vemos por aí.

    Raquel, meus parabéns pelo site, meu ponto de partida e referência para qualquer informação austeniana! Que 2011 te traga mais leitores, mais bons livros e que “trolls” passem bem longe daqui!

    • Raquel disse:

      Carolina,

      vou republicar seu comentário – ipsis literi – no post “Ano novo: casa limpa e cheirosinha!”, pois este post vou fechar para não alimentar os trolls!

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